quinta-feira, 14 de abril de 2011

Ciclo vicioso

   É interessante perceber como os seres humanos estão sempre mudando - em todos os aspectos possíveis. Esses aspectos podem ser o decorrer dos anos, a variação de lugares ou os dois juntos. Se voltarmos no tempo, poderemos ver claramente essa mudança. Nos anos 70, as pessoas costumavam vestir calças boca de sino, estampas coloridas etc. Naquela época isso era moda, mas hoje há quem diga que é horrível e que nunca usaria. É, os gostos mudam! É por isso que existem as denominações: anos 50, 60, 70, 80 ...para caracterizar e especificar tais anos, porque de alguma forma todos foram singulares.
   Se prestarmos atenção, por trás dessas modas sempre existe alguém que as influenciou ou influencia. Seja um astro do rock ou um hippie. Talvez não tenhamos percebido, mas desde criança somos assim. Quem de nós quando criança nunca implorou, chorou e fez birra para que os pais comprassem uma boneca ou carrinho só porque viu um(a) menino(a) na TV brincando com um? As coisas são assim, muitas vezes não é nem preciso anos, basta vermos alguém usando tal acessório na TV e ele já vira tendência.
   A mudança é uma coisa boa, já que é uma forma de estarmos sempre nos renovando. Seria muito monótono se usássemos sempre um mesmo estilo de roupa ou se todos os países tivessem a mesma cultura – nesse último caso, a palavra cultura talvez nem existisse. É como cortar ou pintar o cabelo, um dia você acorda e simplesmente quer mudar de visual, motivo: abusou o antigo. Ou como uma música que gostamos, às vezes a escutamos tanto que acabamos abusando dela, então partimos para outra e tudo se repete. Tornando-se assim um ciclo vicioso, onde através dele podemos fugir do cotidiano e nos tornamos diferentes a cada momento.
                                                                                  Por: Mariana Craveiro

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Dicas de livros

Aqui vão algumas dicas de livros para quem gosta de ler:
- O livreiro de Cabul: A jornalista norueguesa Asne Seierstad escreve sobre os vários meses que passou no Afeganistão e sobre a guerra contra o talibã. Nesse período, ela conhece o livreiro Sultan Khan e tem a oportunidade de conviver e relatar os costumes afegãos. (Obra não-fictícia)
- O diário de Anne Frank: 1942- Holocausto. Anne Frank ganha um diário em seu aniversário, onde escreve sobre como precisou fugir da Alemanha-nazista e migrar para a Holanda. Escreve também sobre o esconderijo - local onde ela, sua família e um grupo de amigos se refugiam do nazismo - e as dificuldades que precisam enfrentar em busca de sobrevivência. (Obra não-fictícia) - Altamente recomendada!  www.annefrank.org
- O morro dos ventos uivantes: Um clássico escrito por Emily Brontë que narra a história de duas famílias - Linton e Earnshaw - que possuem uma relação de amor e ódio. Amor proibido, rancor, e muitas outras emoções, você encontra nesse surpreendente livro! (Obra fictícia)
- A garota das laranjas: Autor: Jostein Gaarder. Georg Roed perdeu o pai quando ainda era criança. Só que com o tempo ele descobre que seu pai deixou cartas para ele antes de morrer, cartas essas, na qual ele discute os mais variados temas com o filho, desde o seu interesse pelo telescópio Hubble e o Universo, até assuntos como a morte. Há um diálogo passado x presente, onde são levantadas as mais diversas questões filosóficas. (Obra fictícia)
- A Cidade do Sol: Livro escrito por Khaled Hosseini,que retrata a vida de duas mulheres afegãs - Mariam e Laila - que criam um laço de amizade e cumplicidade, afim de superar a submissão imposta pelo marido e pelo regime talibã. (Obra fictícia) - Do mesmo escritor de O caçador de pipas.
- A menina que roubava livros: Autor: Markus Zusak. "Quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler." Ter a história contada pela Morte é um privilégio de poucos e entre eles está Liesel Meminger, uma garota que desenvolveu o peculiar hábito de roubar livros. O primeiro deles foi " O Manual do Coveiro", quando ela não sabia ainda nem ler - porém o assunto do livro não era o importante mas, sim, o que ele significava para ela. (Obra fictícia)
- Monção: Autor: Wilbur Smith. Homens envolvidos pela ambição e pela aventura lançam-se ao mar, afim de conquistar novos mercados e de combater os piratas que estão ameaçando o comércio da Companhia das Índias Orientais. (Obra fictícia) - Altamente recomendada!
                                                                                   Por: Mariana Craveiro